Robson Braga de Andrade: O otimismo econômico

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Como está o andamento da situação econômica do país?

A economia do país teve início com otimismo. Isso porque o fundamento está na expectativa da sequência das alterações estruturais que foram moldadas anteriormente, mas que ainda carecem de determinação para ajustar o Brasil.

Este fundamento resulta nas complicações que as corporações vinham tendo na produção e cumprimento de compromissos com a folha salarial, com a liquidação aos fornecedores, dentre outras obrigações, tais como as financeiras e tributárias.

Depois de aos após a forte compressão econômica, a crise pode ser, finalmente cessada. Com o aumento de pelo menos 0,5% anual, será suficiente para concretizar a alta na renda per capita e impacto da empregabilidade.

A situação da crise que atingia não só o setor público, mas também os privados devem mudar.

A aflição das famílias de baixa renda e o receio do desemprego deve acabar, pois, pouco a pouco, a indústria e a economia do país vêm se recuperando.

A constante busca pelo reequilíbrio fiscal, com a diminuição gradativa do déficit e o controle da dívida pública, impera. A aprovação do PEC estabelece um teto ao crescimento dos gastos federais, e para reverter isso, vem sido estudada a reforma da Previdência, para equilibrar a situação. Afinal, sem estas modificações nos critérios que favorecem muitos beneficiários, o sistema torna-se insustentável.

Desta forma, é possível controlar os gastos federais e de outras esferas governamentais, como os Estados, por exemplo.

Para que possa ser recriada as condições de reconquista da atividade produtiva, também é fundamental a combinação do ajuste fiscal, com aprimoramento na eficácia microeconômica. Este ato incentiva a produtividade, elevando assim o investimento privado, que depende bastante da veracidade empresarial.

Uma das medidas é o aceleramento do licenciamento ambiental, com a elaboração de mecanismos especiais.

Para isso, agências reguladoras necessitam de uma modernização, com o conceito claro de marcos legais, desenvolvendo assim uma ambientação de segurança jurídica, eficácia e racionalidade.

O aprimoramento do ambiente de negócios pede a continuidade das reformas nas inclusões de trabalhos, que tiveram início em dezembro do ano passado. No entanto, o Congresso deve aprovar o projeto de disciplina em relação à terceirização nas corporações.

Todavia, um ponto que merece atenção é a restauração da estabilização das empresas, onde suas condições financeiras estão inutilizadas pela combinação de crise, restrição de crédito e altos juros. Trata-se de uma parcela importante das empresas, que não obtém um resultado satisfatório para liquidar as dívidas.

É preciso assim, haver a liberação de verbas para o refinanciamento dos débitos das companhias com as instituições financeiras privadas e o BNDES. O conceito é elaborar condições especiais de crédito, por meio dos créditos angariados ao Banco Central.

Com isso, pode-se concluir que o resgate dos investimentos privados também advém através da concepção de um programa de reorganização dos saldos tributários, que possibilite a normalização das relações com o Fisco.

As condições são admitidas e necessitam ser solucionadas o quanto antes.

Por: Robson Braga de Andrade

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2017/01/1847867-mais-um-ano-dificil.shtml