Como tratar a calvície

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A queda de cabelo muitas vezes ocorre por causa de um problema chamado de alopecia androgenética (ou androgênica). Trata -se de um problema hormonal e a culpa é de um hormônio denominado di-hidrotestosterona, ou DHT. Ele está presente principalmente nos homens (é responsável pela atividade da próstata), mas também é produzido pelas mulheres, mesmo que em menor quantidade.

O problema é que a presença do hormônio DHT no couro cabeludo faz com que os fios de cabelos nasçam mais finos e ralos, caindo facilmente. E podem até fazê-los parar de crescer.

Sintomas

O sintoma da calvície é a falta de fios de cabelos em alguns lugares do nosso couro cabeludo. Isso pode acontecer gradualmente em dois lugares: nas chamadas entradas, que é a lateral da parte frontal dos cabelos, ou no alto da cabeça. Em alguns casos, a queda de cabelo começa nos dois lugares, mas geralmente é mais notada nas entradas por estar mais visível.

Diagnósticos e exames

Existem alguns fatores que podem levar ao diagnóstico de queda de cabelo por alopecia androgenética. São eles:

  • A perda gradual e lenta dos fios de cabelos
  • Histórico familiar da doença
  • Ausência de outras doenças que poderiam estar causando a queda de cabelo, como infecções, desequilíbrios hormonais, anemia.

Tratamento

Atualmente existem tratamentos que podem atrasar ou minimizar o problema de queda de cabelo. Muitos médicos optam por remédios que irão atuar nos hormônios, mas isso depende do contexto de vida e histórico de saúde do paciente. Entre os medicamentos há a Finasterida, Dustaterida, antagonistas dos receptores androgênicos. Há também os tratamentos tópicos. Os medicamentos mais populares são o Minoxidil e o Cetoconazol.

Algumas pessoas optam por uma solução cirúrgica quando possível. No transplante capilar, fios do próprio paciente são transplantado para a área de queda. Junto com isso ou separadamente, pode-se fazer a redução do couro cabeludo. Há também as próteses capilares para quando não é possível colher fios do próprio paciente.

Prevenção

Quem tem propensão a alopecia androgenética pode ao menos atrasar o processo mantendo uma vida saudável, com exercícios físicos e alimentação regrada.